Ramon Kayo

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Entusiasta dos pequenos negócios, mantém um pequeno negócio de desenvolvimento de sites e um espaço de coworking. Compartilha ideias de como ser mais criativo e produtivo.

Ramon Kayo

Como tomar decisões

Entenda o seu cérebro e aprenda como fazer as melhores decisões

Ramon KayoRamon Kayo

Já reparou que fazer uma escolha é jogar fora uma parte das coisas? Escolher não é só decidir o que você vai ter, é decidir também o que você não vai ter. O seu objetivo é optar sempre pelo melhor, claro. Mas nem sempre é tão fácil.

Estamos o tempo todo tomando decisões. Algumas decisões são pequenas como decidir a próxima refeição. Outras são complexas como decidir se aceitamos ou não participar de um projeto. Mas em todas elas estamos perdendo algo e nem sempre estamos conscientes disso. É como se houvesse um modo piloto-automático em nosso cérebro que cuida da maior parte dessas decisões.

Por isso que entender como o seu cérebro lida com as decisões e usar isso da melhor maneira pode lhe devolve o controle sobre muitos aspectos da sua vida. E se você deseja isso, existem três principais mecanismos do seu cérebro que você precisa compreender e controlar.

O primeiro mecanismo são os seus instintos. Os instintos são a programação básica do seu cérebro, que visa única e exclusivamente a sua sobrevicência. É o que vai lhe dar vontade de brigar, comer, fugir, etc. Nós, seres humanos, conseguimos suprimir os nossos instintos em nosso favor. Conseguimos, por exemplo, nos comportar à mesa, decidir empasses com diálogo, respeitar a ideia de propriedade. É isso que nos separa da barbárie. Mas há situações em que o instinto é o único mecanismo adequado: se você se encontrar em uma situação onde sua vida está em risco e não houver tempo para pensar, confie nos seus instintos.

A segunda maneira de tomar decisões é através das emoções. O que acontece é que seu cérebro tem um sistema que lhe recompensa quando você faz algo que é bom para você – e o inverso também. Comer chocolate, por exemplo, libera dopamina, serotonina e diversos outros hormônios que causam prazer. Assim, ele codifica as suas experiências e lembra o que te causou prazer ou desconforto. Quando você passa por uma situação parecida com uma que já viveu, o seu cérebro aciona certas conexões e faz com que você antecipe como se sentiu da última vez e, de repente, uma decisão parece melhor do que a outra. É isso que chamamos de intuição. Isso é especialmente importante quando você precisa tomar decisões rápidas, mas, diferente dos instintos, em situações onde você não corre risco de vida.

Tanto as emoções, quanto os intintos, só devem ser utilizados quando não há tempo. Se você tiver tempo para pensar, as emoções e os instintos devem ser só mais um fator na hora de fazer uma escolha, porque há um mecanismo muito mais poderoso: a razão.

A razão permite que você utilize a lógica para fazer as suas escolhas. É um processo que só pode acontecer de maneira consciente, ou seja, você tem que pensar sobre o assunto em questão e isso leva tempo. Uma decisão racional requer que você compare coisas e utilize conhecimento prévio. Dá mais trabalho, mas quase sempre resulta em escolhas melhores. Acima de tudo, uma decisão racional deve compreender os próprios instinto e as próprias emoções, e utilizar isto a seu favor.

E lembre-se: sua vida é o resultado das suas escolhas. Você tem que assumir a responsabilidade. É isso que vai lhe levar para onde você quiser.

“As coisas não acontecem. Fazemos com que elas aconteçam.”

— John. F. Kennedy

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